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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021

Curso de Vela Oceânica em Floripa - módulo avançado (4) fevereiro

 Por Marcelo Visintainer Lopes

Escola de Vela Oceano

Imagens do Módulo 4 realizado nos dias 20 e 21 de fevereiro.

Floripa - Porto Belo com Ilha do Arvoredo por boreste e Ilhas Galés por bombordo.


Escola de Vela Oceano Floripa - César Landin na cana de fortuna

Escola de Vela Oceano Floripa - cana de leme de fortuna

Escola de Vela Oceano Floripa

Escola de Vela Oceano Floripa

Escola de Vela Oceano Floripa

Escola de Vela Oceano Floripa

Escola de Vela Oceano Floripa

Escola de Vela Oceano Floripa

Escola de Vela Oceano Floripa

Escola de Vela Oceano Floripa

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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021

Avançando módulos no curso de vela oceânica?

  

 

Por Marcelo Visintainer Lopes

Instrutor de Vela

Escola de Vela Oceano

 

Pergunta do dia: posso avançar módulos na sua escola já tendo conhecimentos básicos?

Resposta: com certeza, desde que você domine os conteúdos do módulo anterior.

Muita gente tem dúvidas sobre a possibilidade de se inscrever em um módulo mais avançado do curso de iniciação à vela oceânica.

Eu não vejo nenhum problema em avançar módulos. Se a pessoa possui o domínio prático dos conteúdos de um módulo e se sente à vontade para avançar, por que não?

Existem excelentes escolas espalhadas pelo país e não reconhecê-las seria um grande equívoco.

Todo o conteúdo que ministro nas 70 horas do curso está disponível no site da escola.

Acesse o www.escoladevelaoceano.com.br e anote os temas que você possui um bom domínio prático.  

Depois disto converse comigo. É através da conversa mais detalhada que terei condições de saber mais sobre a real aplicação dos seus conhecimentos dentro do módulo mais avançado.

No contato pessoal eu realizo questionamentos do tipo: em qual escola você velejou, qual o ano, o curso foi prático, teórico, teórico/prático, quantas horas de aula no total, quantas horas de prática no total, o aprendizado ocorreu com boas condições de vento, você consegue preparar o barco para velejar, verificar motor, sair da poita sozinho, subir a vela grande, abrir a genoa, orçar, arribar, aproar, desaproar, cambar e voltar para a poita também sozinho?

Estas perguntas são pertinentes ao candidato que deseja passar direto para o módulo 2.

Para avançar para o 3 ou 4 seguimos o mesmo raciocínio...

Embora as respostas me ajudem a entender um pouco mais sobre o perfil do futuro aluno, de vez em quando eu ainda quebro a cara...  

Quando a aula prática inicia... Ao perceber que o aluno não domina os conteúdos que afirmou dominar eu costumo parar a aula. Reavalio os conhecimentos práticos e divido meu ponto de vista com ele. A partir dali, redefinimos o nosso plano de ação.

Saber velejar sozinho não significa que você aprendeu a velejar da maneira correta. É por esta razão que trabalho com a progressão pedagógica de todos os conteúdos.

Existe uma ordem correta para fazer cada movimento e não respeitá-la pode gerar alguns problemas e diversas consequências...

Quando percebo que não há condição técnica suficiente para avançar ao módulo desejado eu sugiro que voltemos ao módulo anterior desde o início.

Não existe a menor possibilidade de eu ficar ensinando e corrigindo movimentos do módulo 1 se a pessoa se inscreveu direto no 2 ou 3.

Eu estaria misturando conteúdos básicos e avançados e diminuindo a quantidade de repetições de manobra necessária para estabelecer o domínio completo dos movimentos.

A emissão de certificado e carteira de registro da minha escola só ocorre se o aluno apresentar aproveitamento igual ou superior a 80% e isto diz tudo...

As pessoas que velejam em monotipos desde criança ou adolescente, que foram atletas de clube (ou não) e que fizeram cursos em escolas tradicionais terão domínio sobre a maioria dos conteúdos básicos, ficando de fora apenas o motor de centro, os procedimentos de segurança e de partida, poita e mais uma coisinha ou outra.

Estes terão uma excelente vantagem e conseguirão avançar os módulos apenas dando uma boa lida na apostila do curso.

Tenho outra parcela de alunos que se inscrevem no curso e alegam possuir grande carga horária teórica, inclusive com cursos online concluídos. Este é o perfil mais complicado, já que a maioria deles embarca no veleiro escola e não consegue sequer, realizar os procedimentos iniciais.

É fácil concluir que de nada adiantou ficar horas e horas se apropriando de conteúdos puramente teóricos se a pessoa não consegue nem abrir o barco e ligar a chave geral. Não consegue realizar os procedimentos de saída e nem preparar as velas para serem abertas. Abrir uma carta náutica para descobrir a rota segura para sair da marina, nem pensar...

Procedimentos de saída são vistos nos primeiros minutos do PRIMEIRO MÓDULO e não do segundo ou terceiro.

Nos demais módulos a gente só repete o mesmo caminho e inclui conteúdos mais avançados.

As tarefas iniciais possuem uma ordem. Depois de uns 12 passos a gente já está liberado para atuar de forma mais aleatória, porém sem esquecer de nada.

Não é à toa que criei um App gratuito e específico para checagens. Já falei dele aqui nas minhas postagens. O nome do App é Escola de Vela Oceano.

Ao tentar atropelar fases talvez você perca o essencial e tudo que foge dele poderá gerar vícios errados e consequências.

O essencial significa aprender primeiro o A, depois o B e assim por diante.

Velejar “feito bicho” é mais ou menos como dirigir um carro novo e cheio de comandos eletrônicos sem antes ter lido o manual.

Antes de ler o manual talvez você acredite que seja possível arrancar em segunda ou terceira marcha, mas existe uma razão mecânica para arrancar em primeira.

É exatamente desta maneira que eu desenvolvo as apostilas e também é assim que aplico os conteúdos durante as aulas práticas.

Existem muitas maneiras de se fazer uma mesma atividade a bordo e o meu objetivo é sempre demonstrar a maneira mais eficaz.

Arrancar em segunda é possível, mas esteja ciente que diversos itens estarão sofrendo desgaste prematuro e é este o fundamento que orienta a minha instrução.

As técnicas que utilizo diminuem o tempo de execução das manobras, diminuem o esforço mecânico do laminado do casco, diminuem consideravelmente o risco de quebras e de acidentes, diminuem o desgaste dos materiais, evitam lesões musculares e aprimoram a técnica.

Aprender da forma correta funciona como uma espécie de “garantia”, aumentando as chances de você conduzir seu próprio veleiro com segurança.

Bons ventos!


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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021

Vela Oceânica em Floripa - cursos da 1ª quinzena fevereiro

 Escola de Vela Oceano Florianópolis

Cursos de Vela para iniciantes

Charter de veleiro 34 pés

Charter com instrução básica de vela

Travessias Oceânicas


Imagens que resumem as atividades da primeira quinzena do mês de fevereiro.


Por Marcelo Visintainer Lopes

Instrutor de Vela


Escola de Vela Oceano Floripa

Escola de Vela Oceano Floripa

Escola de Vela Oceano Floripa

Escola de Vela Oceano Floripa

Escola de Vela Oceano Floripa

Escola de Vela Oceano Floripa

Escola de Vela Oceano Floripa

Escola de Vela Oceano Floripa

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Escola de Vela Oceano Floripa

Escola de Vela Oceano Floripa

Escola de Vela Oceano Floripa

Escola de Vela Oceano Floripa - euzinho

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sexta-feira, 29 de janeiro de 2021

A bordo de um veleiro - morar em Floripa é possível?

 Escola de Vela Oceano - Florianópolis

Texto: Marcelo Visintainer Lopes 

Instrutor de Vela



Olha aí galera!

Uma das perguntas que mais respondo é se Floripa é um bom local para morar a bordo.

Minha resposta é sempre sim, mas com algumas ressalvas.

Florianópolis é um excelente local para morar a bordo, desde que você entenda que hábitos sedentários (de fixação – antônimo de nômade) de ancoragem não combinam com a dinâmica dos ventos da região.

Não existe um local abrigado que permita que você se instale e crie raízes.

Aprender a sair do ancoradouro na hora certa é a chave para uma vida tranquila aqui na ilha da magia.

Como os ventos predominantes são do N, o ideal é que você escolha uma base com abrigo deste quadrante.

Tinguá, Armação da Piedade, Baia de São Miguel, Praia do Sambaqui e Santo Antônio de Lisboa estão entre os melhores abrigos de N.

Cada uma destas baias possui suas peculiaridades. Umas protegem mais e outras menos. Algumas protegem somente de vento e desprotegem de ondulações contrárias ao vento, enfim...

Na minha opinião a baia de Santo Antônio é a melhor opção da região. Sua geografia privilegiada amplia a proteção dos ventos do N ao SE.

O local conta com uma boa área de areia para desembarque, bares, restaurantes, supermercado, posto de combustível, farmácia, autopeças, loja de materiais elétricos e hidráulicos (não especializada em náutica), oficina de velas e capotaria, mecânicos, fibra, pintura, elétrica e diversos outros prestadores de serviço.

Conta também com o melhor prestador de serviços de mastreação de SC (Guedes), além de uma marina particular que possui poitas para locação, abastecimento de água e o vai e vem.

Com ventos de S a WNW a baia fica desabrigada e começa a receber ondas formadas pelos ventos fortes. São ondas de até 1,5m.

Situada no “mar de dentro” (dentro da baia entre a ilha e o continente), Sto. Antônio não recebe ondulações vindas de mar aberto, porém as ondas de vento são mais chatas e incomodam mais do que uma ondulação de mar aberto. São ondas curtas, picadas e desencontradas devido à baixa profundidade e à geografia de pontas recortadas.

É justamente nestas horas que a gente corre para outro canto abrigado.

Quem mora a bordo e trabalha a bordo possui a vantagem de conseguir se movimentar com boa antecedência. Trabalhar no barco também nos dá a possibilidade de agir rápido, caso entre algo meio inesperado.

As pessoas que trabalham fora do barco e que não possuem flexibilidade de horários para embarcar antes da entrada dos ventos fortes costumam passar perrengue.

Acessar o barco e trocar de ancoragem é, muitas vezes, impossível!

O cara que não consegue sair do serviço a tempo de tirar o barco dali corre o risco de ficar sem pouso para o pernoite...

Já vi gente dormindo na praia, gente procurando hotel e coisas deste tipo...

Habituar-se às constantes movimentações talvez seja a tarefa mais difícil para quem está começando.

As movimentações se fazem necessárias à medida do conforto que você deseja.

Se uma noite balançada está ok pra você, não precisa nem sair da poita, mas nada se compara a uma noite com águas mais lisas.

Se você se acostumar com as rotineiras trocas de ancoragem, com certeza irá amar viver em Floripa.

Estou tão acostumado a me movimentar que sempre encaro a mudança como um programa diferente, quase como sair para jantar.

Se Sto. Antônio é o melhor lugar para manter a base é bom lembrar que toda a baia é bem rasa.

Barcos com mais de 1,80m de calado podem passar algum trabalho por aqui.

Nas marés mais secas os barcos com calado superior a 1,8m começam a ter problemas de aproximação destes abrigos e, principalmente, se deparam com situações onde o barco fica encalhado e desaproado do quadrante principal do vento forte.

Isto dá uma dor de cabeça enorme, pois o barco não vai conseguir “navegar” na âncora.

É imprescindível que ele se mantenha boiando e aproado ao ferro o tempo todo.

Para correr de Sto. Antônio e ir para um lugar seguro e tranquilo é necessário um pouco de conhecimento da região e só a geografia não vale. É necessário olhar a previsão e identificar a direção e o período da ondulação.

Criei uma lista de ancoragens abrigadas de S a NW com até 12M de distância da Marina Santo Antônio.

São elas:

1.De SE e S, o canto da Praia Comprida na baia de Santo Antônio (divisa com o bairro Cacupé), logo em frente ao casarão branco nas pedras. Distância de 0,5M.

2.De NW, a Ponta W da Praia do Sambaqui. O local é chamado de Ponta da Ilhota. Distância 1,3M.

3. De SE a S o melhor abrigo é a beira mar norte, junto ao trapiche. Fica bem no centro da cidade e com aquela vista sensacional da Ponte Hercílio Luz. Distância de 5,0M se deixar as Ilhas Guarazes/Lazareto por BE (calado máximo de 2,0m na maré baixa) e 6,0M se deixar a Pedra Diamante por BB.

A beira mar conta com mercado, shopping center, bares, restaurantes, farmácias e postos de combustível.

4. Se virar mais de W basta cruzar para a beira mar continental. A costa é totalmente protegida deste quadrante. Distância de 1,0M da beira mar norte.

5. Também de W, mas agora saindo de Sto. Antônio de Lisboa temos as Ilhas Ratones, sendo a Ratones Grande a mais abrigada. Distância de 2,8M.

6. Também de W, toda a costa que margeia a BR 101 junto aos municípios de Biguaçu e Gov. Celso Ramos. O calado máximo não poderá ultrapassar os 2,0m. Distância de 7,0M.

7. Daniela e Jurerê. Depois que o vento sul forte já entrou com tudo o mais recomendado é arribar para um destes ancoradouros. Possuem ótimo abrigo e profundidades superiores a 3,0m.

Daniela abriga melhor de E a S e a distância é de 6,0M.

Jurerê Internacional abriga bem de S a SW, mas as ondulações contrárias ao vento podem atrapalhar um pouco aquele plano de uma noite no liso... Toda a extensão da praia é igual para a ancoragem.

Jurerê Tradicional (não Internacional) abriga de SE a SW e a distância é de 8,5M.

8. Canasvieiras e Cachoeira do Bom Jesus. Ambos possuem proteção de ventos SE a SW e estão um pouco mais a leste de Jurerê. Distância entre 10,0 e 11,0M de Sto. Antônio.

Os abrigos da Daniela até a Cachoeira do Bom Jesus desabrigam de ondulações de N, E e S com ressaca e por isto é interessante saber a direção desta ondulação para localizar o melhor abrigo. A estrutura destes locais é composta de bares, restaurantes, supermercados, farmácias, postos de combustíveis, oficinas mecânicas, loja de materiais elétricos e hidráulicos (não especializada em náutica).

A Daniela é a que possui menor estrutura de apoio em terra se comparada às demais.

9. De SE a SW, a Praia do Magalhães/Costeira, logo após a virada da Ponta do Magalhães. Situada na parte continental (Gov. Celso Ramos) o local possui montanhas com mais de 400m de altura. O único senão é a ondulação. Se estiver virada mais de N, E e até de S (com ressaca) a enseada costuma balançar bastante. Distância de 7,5M.

10. SE a NW, a Praia dos Currais também chamada de Praia do Porto. Situada dentro da Baia dos Golfinhos (Gov. Celso Ramos). Dentro da mesma baia, porém mais ao norte fica a Praia da Baia dos Golfinhos. Abriga de W a NW e fica meia milha antes da Praia do Magalhães. Ondulações de N, E e S com ressaca balançam toda a baia.  Distância de 7,0M. O local conta apenas com restaurante.

11. SW a W, a Praia Fazenda da Armação. Fica na baia ao lado da famosa Praia do Tinguá. O local é meio raso para veleiros com mais de 2,0m de calado. Calados acima de 2,5m devem ficar bem mais afastados. Distância de 9,0M. Se tiver um calado menor que 1,50m e muito boa vontade você vai encontrar um pequeno abrigo de S atrás da Ponta da Balboa. Local com padaria, bar, restaurante, farmácia, supermercado e oficina mecânica para eventuais gambiarras.

Trovoadas de verão em Floripa:

Que verão é época de trovoada todo mundo já sabe...

Se você não estiver bem amarrado na sua poita, muito bem fundeado em um bom abrigo ou até mesmo sem velas, correndo a favor da tempestade é melhor você se abrigar atrás de uma ilha.

Uma com profundidade que permita o seu contorno no caso da trovoada mudar de rumo é uma excelente opção

O norte de Floripa possui três ilhas que permitem o seu contorno: a Ilha do Francês e as duas Ilhas dos Ratones.

A melhor de todas é a dos Ratones Grande. A Ilha do Francês é meio pequena, mas ainda tem um abrigo e a Ratones Pequeno não tem boa profundidade para fazer um contorno próximo a ela (com mais de 1,50 de calado – principalmente na ponta norte).

Trovoadas de verão costumam mudar de direção em poucos minutos e é por esta razão que eu costumo me abrigar nos Ratones.

É comum a gente ficar rodando a ilha para fugir de uma trovoada. Ela oferece 360° de liberdade com abrigo para 100% das situações. O calado em toda a volta é superior a 3,0m.

Gostou das dicas?

Se desejar saber mais sobre a localização exata dos abrigos me envia uma mensagem no 48 988113123

Bons ventos!

 

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quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

Travessia Oceânica terceira edição - imagens

Escola de Vela Oceano

Florianópolis

Travessia Oceânica - terceira edição

realizada nos dias 15, 16 e 17 de janeiro de 2021

Imagens: Marcelo Lopes, Flávio Jardim, Sebastian, Bruno, Everaldo e Gabriel.


Escola de Vela Oceano

Escola de Vela Oceano

Escola de Vela Oceano

Escola de Vela Oceano

Escola de Vela Oceano

Escola de Vela Oceano


Escola de Vela Oceano - barra sul de Floripa


Escola de Vela Oceano - Ilhas Moleques do Sul

Escola de Vela Oceano - Ilhas Moleques do Sul

Escola de Vela Oceano - Ilhas Moleques do Sul

Escola de Vela Oceano - Ilhas Moleques do Sul

Escola de Vela Oceano - Ilhas Moleques do Sul

Escola de Vela Oceano - Farol dos Naufragados na barra sul

Escola de Vela Oceano - Ilhas Moleques do Sul

Escola de Vela Oceano - Sebastian e Gabriel

Escola de Vela Oceano - Sebastian pescador

Escola de Vela Oceano - Sebastian trimando a vela grande

Escola de Vela Oceano - tripulação

Escola de Vela Oceano - tripulação feliz

Escola de Vela Oceano - Sebastian comandando a pescaria

Escola de Vela Oceano - final de tarde do primeiro dia na Praia de Zimbros

Escola de Vela Oceano - café da manhã na Ilha do Papagaio


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